Este final de semana foi
impar. Comecei o sábado a procura da minha irmã Neima, que não dava
noticias e nem atendia ao telefone por quatro dias. Procurei notícias com os amigos, olhei nas
redes sociais onde ela é assídua frequentadora e deixei vários recados.
Depois de muitos cafés e ponderações, resolvi esperar até o
meio-dia do sábado para partir a busca no apartamento de Salvador e, caso não a encontrasse, ir até a cidade de Feira de
Santana, onde ela ensina e tem um
village de apoio. Fomos eu e Neiva a cata de Neima.
No caminho tentei manter os pensamentos calmos, mas vinha a mente as providencias se o
caso fosse de internação, ou até pior, de funeral. Ao chegar no prédio, o mesmo
onde residiam os meus pais, ela também estava desembarcando de um taxi. Não sabia se ria de alegria ou se lhe dava um
sabão, qual a uma criança que passara do limite.
Imaginem a situação: - eu com 56 anos, Neiva com 60 e Neima (teimosa) com 61. Ela mostrou-se
surpresa com nossa angustia e disse apenas que ficou sem os carregadores dos
celulares, lá em Feira de Santana, portanto
sem Net e sem fone. Ora bolas, ligasse a
cobrar, mandasse sinais de fumaça... mas não nos preocupasse tanto.
Resolvi leva-las comigo para casa e passarmos o final de
semana juntas e foi, no mínimo, hilário. Rimos, brigamos, nos irritamos, fomos às
compras, nos perdemos e nos achamos. Reclamamos!.
Salvo pela inequívoca presença dos sinais do tempo, marcadas pela minha dor de coluna, pelas restrições de café e chocolate de Neima e pela falta de ar apresentada por Neiva, éramos de novo as meninas de D. Neyde e seu Vavá, netas de Tinda e Laura.
Salvo pela inequívoca presença dos sinais do tempo, marcadas pela minha dor de coluna, pelas restrições de café e chocolate de Neima e pela falta de ar apresentada por Neiva, éramos de novo as meninas de D. Neyde e seu Vavá, netas de Tinda e Laura.
No dia das avós nos brincamos como crianças e netas do nosso próprio tempo!
Eu convivo, diariamente, com uma situação semelhante... Para D. Maiúca, se o telefonema diário dos filhos (48 e 50 anos de idade) tarda mais do que cinco minutos do habitual, cai o Carmo e a Trindade: um atraso tão longo (!) só pode significar que algo de grave terá acontecido... Daí às margens do desespero é um segundo...E isto já dura há décadas, sem remédio aparente...Claro que, um dia, a desgraça vai mesmo acontecer, desejo que ao contrário, se Deus quiser!
ResponderExcluirBraça
Zito
eu estava relaxando em feira onde trabalho aproveitei para ir ao medico e fazer uns exames de sangue fezes. pq faco isso como rotina. ai ficou dificil. nouredini tirou por pouco. eu sou muito ligada com o povo. estava triste com a greve 85 dias que nao deu em nada. nao sabia se receberia salario e outras coisas. eu nao gostei da atitude de nouredine. que escreveu foi neima oliveira estou no facebook
ExcluirBeijos saudosos.
ResponderExcluirnao falou do presente de agnes. eu sou uma velhinha e estava voltando ao ap. e querendo comer bem
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