4 de mai de 2015

Café para os batalhadores

Dois aniversariante s neste fim de semana merecem todo meu respeito e carinho - Celia Gil, um misto de sogra e mãe que a vida me oportunizou nos idos de 1975  e meu pai, seu Vavá de quem muito já falei aqui. Figuras de caráter forte e uma infinita capacidade de construir a vida frente as dificuldades.
- Célia que me acolheu aos 16 anos, como ae filha fosse e creiam tornei-me e o meu pai a quem devo boa porte do que sou. Só vocês para conspirarem e fazer aniversário juntos, ecomizando idas e vindas a toda família.

D  Célia tornou-se um patrimônio e um legado, que extrapolou os círculos familiares.
Meu pai era dono de uma pedagogia intuitiva que brotava do seu coração.  Tinha uma capacidade infinita de construir e reconstruir a vida diariamente com fé e fraternidade, sempre apoiado pela companheira de toda sua breve vida, minha mãe Neyde.

Viveu pouco e morreu aos 67 anos, perdendo uma luta de anos contra o câncer, mas, em verdade,  o suficiente para manter-se vivo em nossos corações e mentes.
Na sua simplicidade marcou a vida dos filhos e netos. Consegue ser lembrado por minhas filhas até quando se deparam com uma caixinha vermelha de uvas passas. Sua simplicidade cativante marcou-as nas memórias de infância com presentes singelos e meigos como passas, sabonetes e longos passeio aos supermercados e o incentivo aos estudos.

Hoje sei que estaria feliz com a aproximação e reaproximação da família. Aliás, está porque permanecerá sempre vivo nos seus filhos, netos e quem mais chegar.

Dona Neyde cuida em fazer um bolinho aí no céu,  que daqui passarei um cafezinho para todos nós!
Beijos e Abraços cheios de sorrisos e salmos bíblicos para aquele que em suas próprias palavras " vive em Cristo".
Correm para o café Neima, Neiva, Wal, Agnes, Cissa, Joana, Lena e João seguidos dos Carina de Wal, Wlad de Joana, Beto de Agnes e....

2 comentários:

  1. Feliz, quem tem boas memórias dos seus, parentes ou aparentados...A presença constante daqueles que amámos - e amamos - é o bálsamo que que torna a saudade suportável e humaniza a nossa relação com os vivos que ainda nos rodeiam e a quem podemos passar os exemplos de vida que herdámos dos nossos maiores!
    Abraço com lágrima furtiva,
    Zito

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  2. Tens razão amigo, saudade é patrimônio dos que tem boas lembranças!

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